Muitas vezes me sinto perdido na correria do dia-a-dia...
http://www.youtube.com/watch?v=JwYX52BP2Sk
"Ticking away, the moments that make up a dull day
You fritter and waste the hours in an offhand way
Kicking around on a piece of ground in your home town
Waiting for someone or something to show you the way
Tired of lying in the sunshine
Staying home to watch the rain
You are young, and life is long
And there is time to kill today
And then one day, you find
Ten years have got behind you
No one told you when to run
You missed the starting gun
And you run and you run to catch up with the sun
But it's sinking
And racing around to come up behind you again
The sun is the same in a relative way
But you're older
Shorter of breath and one day closer to death
Every year is getting shorter
Never seem to find the time
Plans that either come to naught
Or half a page of scribbled lines
Hanging on in quiet desperation is the english way
The time has gone, the song is over
Thought I'd something more to say
Home, home again
I like to be here when I can
When I come home cold and tired
It's good to warm my bones beside the fire
Far away, across the field
The tolling of the iron bell
Calls the faithful to their knees
To hear the softly spoken magic spells"
(Pink Floyd - Time)
terça-feira, 29 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Memórias de um tempo que não volta mais....
Acabei de assistir a um trecho da entrevista do jornalista Goulart de Andrade, aquele do programa Comando da Madrugada dos tempos áureos da TV Bandeirantes, o que me trouxe a lembrança de tempos em que assistia TV sentado no sofá da sala do apartamento de meus pais junto com minha família. E aqui volto ainda mais no túnel do tempo em que eu almoçava e a TV estava ligada na Cozinha Maravilhosa da Ofélia (programa que minha mãe assistia e anotava as receitas em seu caderno...ficava curioso com o formato da letra A da escrita de minha mãe)...e também me lembro daquelas noites de sábado assistindo o Viva a Noite no SBT, e mesmo aquele noite em que assistia ao programa Safenados e Safadinhos de Fausto Silva na casa de minha batian. Pois é, lembranças de um tempo que não volta mais, e que guardo em minha lembrança com muito carinho.
Acabei de assistir a um trecho da entrevista do jornalista Goulart de Andrade, aquele do programa Comando da Madrugada dos tempos áureos da TV Bandeirantes, o que me trouxe a lembrança de tempos em que assistia TV sentado no sofá da sala do apartamento de meus pais junto com minha família. E aqui volto ainda mais no túnel do tempo em que eu almoçava e a TV estava ligada na Cozinha Maravilhosa da Ofélia (programa que minha mãe assistia e anotava as receitas em seu caderno...ficava curioso com o formato da letra A da escrita de minha mãe)...e também me lembro daquelas noites de sábado assistindo o Viva a Noite no SBT, e mesmo aquele noite em que assistia ao programa Safenados e Safadinhos de Fausto Silva na casa de minha batian. Pois é, lembranças de um tempo que não volta mais, e que guardo em minha lembrança com muito carinho.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Falta praticamente apenas 1 semana para a Copa do Mundo no Brasil, mas andando nas ruas de Sampa vejo pouquíssimos sinais disso. Poucas ruas enfeitadas, poucas placas de sinalização, poucos artigos, brindes da Copa. Pouco, muito pouco. Mas acho que brasileiro é assim mesmo. Dizem que na verdade há um clima de desânimo, falta de orgulho de ser brasileiro diante de tantos escândalos de corrupção, gastos elevados com a Copa (que no fundo é um estopim para os gastos mal direcionados que refletem na baixa oferta e qualidade dos serviços públicos) e também a falta de planejamento em que desta vez ficou evidente que o jeitinho brasileiro de fazer tudo em cima da hora não funcionou tão bem (estádios mal acabados, entornos dos estádios nem se fala..., poucos projetos de mobilidade urbana implementados, poucos aeroportos modernizados, etc;..), ou seja, um grande despreparo do país. Concordo com tudo isto, mas em minha opinião reforço que acho que brasileiro é assim mesmo, o clima de festa vem também em cima da hora, mais precisamente virá apenas no dia da abertura quando a seleção entrar em campo. Aí sim poderemos acompanhar um clima de festa e euforia com a seleção, mesmo que permeados por protestos de rua legítimos aqui e acolá. Aliás, quando visitamos outro país e falamos que somos brasileiros, imediatamente nos associam à festa. Claro que isto pode ter um lado negativo (no sentido, de um país festeiro e que trabalha pouco), mas por outro lado, há aquela interpretação mais literal de um país alegre e que sabe fazer festa (como diria uma amiga russa). Neste momento, prefiro esta última interpretação, e tomara que saibamos festejar, e acredito muito, celebrar a tão esperada conquista do Hexa em território tupiniquim!! Como não gosto muito de seguir o consenso (como aqueles que apostam em uma final Brasil x Alemanha, ou Brasil x Argentina), andei pensando muito nestes últimos dias em como seria bom ter uma revanche e ter uma final Brasil x Uruguai! Mas primeiro o Brasil precisa trilhar o caminho para chegar no Maraca!!
terça-feira, 18 de março de 2014
O horário do banho é sempre um bom momento para reflexões, muitas vezes espontâneas. Pois então...uma das analogias que se faz em economia é a seguinte. A microeconomia seria o estudo das árvores, e a macroeconomia estuda a floresta. Claro que esta é uma relação bem simplificada do que é micro e macro, mas estendendo esta simplificação a visões político-ideológicas, pensei na seguinte possibilidade: os governos de esquerda tenderiam a uma visão da micro para a macro, enquanto governos que eu diria menos de esquerda (não necessariamente de direita) teriam uma visão mais da macro para a micro. Será isto verdade? Sei...está confuso por enquanto....rs, mas tentarei explicar...
Os governos de esquerda dão preferência à redistribuição do bolo, com possíveis reflexos sobre o crescimento. Já os governos que não são de esquerda privilegiam o crescimento do bolo que teria reflexos sobre a redistribuição do bolo.
Os últimos governos privilegiaram o aumento da renda do trabalhador, e transferências de recursos a custos subsidiados a determinados grupos econômicos e/ou setores da economia. Ou seja, uma visão mais micro, que eles acreditam ter um reflexo sobre a economia geral. Já governos que muitas vezes são tachados de direita ou neoliberais privilegiam uma visão mais abrangente das relações econômicas, em que o Estado teria um papel mais regulador, sem interferência direta na escolha de classes sociais ou grupos econômicos. Ou seja, uma visão mais macroeconômica (floresta) com possíveis benefícios microeconômicos.
Reforço aqui que esta é uma visão sujeita a diversas críticas por sua extrema simplificação, mas acho que vale a reflexão...
Os governos de esquerda dão preferência à redistribuição do bolo, com possíveis reflexos sobre o crescimento. Já os governos que não são de esquerda privilegiam o crescimento do bolo que teria reflexos sobre a redistribuição do bolo.
Os últimos governos privilegiaram o aumento da renda do trabalhador, e transferências de recursos a custos subsidiados a determinados grupos econômicos e/ou setores da economia. Ou seja, uma visão mais micro, que eles acreditam ter um reflexo sobre a economia geral. Já governos que muitas vezes são tachados de direita ou neoliberais privilegiam uma visão mais abrangente das relações econômicas, em que o Estado teria um papel mais regulador, sem interferência direta na escolha de classes sociais ou grupos econômicos. Ou seja, uma visão mais macroeconômica (floresta) com possíveis benefícios microeconômicos.
Reforço aqui que esta é uma visão sujeita a diversas críticas por sua extrema simplificação, mas acho que vale a reflexão...
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Falta no Brasil uma agência responsável pela avaliação do impacto de políticas públicas no Brasil. É certo que há diversos pesquisadores em universidades e em agências governamentais que realizam o esforço de analisar o impacto de diversas políticas, de acordo com o interesse e área de conhecimento. Entretanto, acredito que ainda não haja uma coordenação deste tipo de avaliação, que só ocorreria através de uma agência com mandato específico e prazos determinados para avaliar as medidas já implementadas, por meio de análises abrangentes e aprofundadas de custo-benefício das políticas públicas. Opiniões diversas a respeito da eficácia e eficiência das políticas públicas sempre existirão, mas não podemos ficar dependente de apenas impressões a respeito dos impactos, e abstermos de uma análise mais técnica.
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